Santo Google!

31 de janeiro de 2011

Em se falar de beleza, a maior beleza não é vista.
Ó meu bem tu és belo pelo que és, não pela aparente
aparência. Olhos, cabelos e sorrisos, verdadeiros em um olhar,
conveniente com pouca convivencia, feio ao aproximar-se.
Basta uma hora para vermos os defeitos físicos de alguém,
algum tempo basta para vermos os defeitos espirituais.
Não se engane pela cor, pelo riso fácil, não me engane.
Conviva, viva e sinta as pessoas.
Cada um mostra sua cara, mas só a vivência, digo a convivência é que
nos faz ver quem é quem.
Separe então um pouco de decepção, essa ás vezes
não nos deixa de lado.
Cada passo, cada dia, cada palavra te descubro.
Sei quem tu és, e tu és bela, aparentemente bela.
Que saiam as aparências, que entre a verdade,
que mude o foco do egocentrismo, pense-mos no plural.
Ninguém é perfeitamente perfeito, mas entre todos os
defeitos tu tens o mais imoral.
Cuide-se, EGO.

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